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A cultura organizacional é o coração de uma empresa. É ela que expõe a forma como as relações se dão entre os funcionários de diversos setores e níveis hierárquicos. Além disso, também traduz a aplicação dos valores pregados pela organização.

Uma empresa que pretende crescer precisa se atentar a essa questão. Afinal, é composta por pessoas que se relacionam com outras. Se essa relação não se der de uma forma agradável, a produtividade pode ser bastante prejudicada.

Então, neste texto, vamos mostrar alguns exemplos de grandes organizações que se destacam por sua cultura. Assim, você pode se inspirar e aproveitar algumas dessas boas ideias para implementar em seu negócio. Confira!

Google

O Google é uma das empresas pioneiras na mudança de padrões na cultura organizacional. Grande parte das startups seguem práticas desenvolvidas por ela em sua gestão de pessoas. Afinal, quem nunca sonhou trabalhar nessa gigante da internet?

Os benefícios oferecidos, como festas, viagens, ambiente descontraído e até mesmo refeições gratuitas, são atrativos incontestáveis. Mas também existe o lado menos glamoroso — principalmente por se tratar de uma organização que está inserida em um meio altamente competitivo.

Portanto, os funcionários são bastante exigidos quanto à entrega e qualidade de suas tarefas. Muitas vezes, podem sacrificar um pouco da vida pessoal em prol de um projeto. Com o tempo, isso pode causar grande desgaste no colaborador.

O principal aprendizado que se pode ter sobre a cultura organizacional do Google é que não basta oferecer benefícios espetaculares se o processo seletivo não for eficiente, pois é preciso encontrar pessoas que realmente se adequam ao perfil da empresa — isso porque, ao final, não será por causa dos “mimos” que elas ficarão.

Facebook

Outro grande player do setor de tecnologia, o Facebook tem uma cultura muito similar à do Google. Portanto, seus funcionários contam com várias regalias, que incluem até máquinas de lavar roupas no escritório.

Com o mercado competitivo e acirrado, a empresa busca oferecer mais conforto e “válvulas de escape” para ajudar seus colaboradores a aliviar a pressão e o estresse. Outra atitude de destaque é a eliminação de paredes e a horizontalização da gestão.

Assim, diretores e até mesmo o próprio CEO e fundador, Mark Zuckerberg, trabalham em meio aos demais funcionários. Dessa forma, existe uma demonstração de que todos estão juntos para cumprirem um mesmo objetivo comum, o que ajuda a melhorar o clima organizacional.

Twitter

Os funcionários do Twitter são grandes defensores da empresa. Existe um consenso muito forte entre eles sobre o quanto amam trabalhar nesse lugar — e toda essa devoção demonstra uma força excepcional da cultura da organização.

Assim como no Google, os colaboradores do Twitter são focados e dedicados. Nunca vão para casa antes de finalizar uma tarefa em andamento. Outra semelhança está nas regalias: além de comida grátis, eles podem fazer aulas de ioga e alguns até mesmo têm férias ilimitadas!

Mais uma vez, notamos que os benefícios oferecidos são um grande atrativo, mas é o perfil das pessoas que faz toda a diferença. Com empregados engajados assim, dificilmente uma empresa não obterá sucesso.

Apple

A Apple é um caso em que existe muito mais do que um simples emprego em jogo. Quem trabalha lá tem uma admiração que vai além do lado profissional — tem uma questão de fazer parte de algo revolucionário, que sempre atinge a excelência e que busca o aprimoramento constante. Ou seja, o ponto forte da cultura organizacional da empresa está na paixão pela marca e tudo o que ela representa.

Outro ponto importante a ser destacado é que ela estimula a criatividade, mas também exige um alto padrão de qualidade de seus colaboradores. Portanto, existe uma total liberdade de criação, mas também há a cobrança por resultados. Juntos, esses fatores constituem o ambiente ideal para a Apple.

Adobe

A Adobe é um excelente exemplo de empresa que tem a confiança como um de seus principais valores. Ela tem uma cultura que estimula os funcionários a arriscar suas ideias sem temer represálias. Afinal, é uma empresa totalmente vinculada à criatividade — inclusive, seus produtos foram criados para ajudar os clientes nesse sentido.

Dessa forma, além dos estímulos comuns às empresas de tecnologia, os colaboradores podem adquirir ações da empresa como forma de se sentirem parte dela. Além disso, a microgestão não é utilizada, simplesmente por acreditarem que isso pode interferir no processo criativo as pessoas.

Sendo assim, cada funcionário pode estabelecer suas metas e como vai alcançá-las. Os gestores, por sua vez, são responsáveis por orientar sua equipe. Assim, todos saem ganhando em qualidade e em comprometimento.

Magazine Luiza

O Magazine Luiza é nosso melhor exemplo da força de uma boa cultura organizacional no Brasil. Inclusive, tornou-se referência internacional ao ter um artigo publicado na Harvard Business School contando sobre sua trajetória de sucesso.

Essa história tem início em 1957, quando o casal Luiza Trajano e José Donato adquiriram uma pequena loja no centro da cidade de Franca, no interior de São Paulo. O nome “Magazine Luiza” veio algum tempo depois, resultado de um concurso cultural promovido em uma rádio da cidade.

Com o passar dos anos, mais familiares foram se juntando à administração do negócio, que seguiu crescendo e inovando. Em 1991, Luiza Helena (sobrinha dos fundadores) toma a frente dos negócios e começa uma nova fase da empresa.

Em uma época em que o modelo departamentalizado era predominante, a organização quebra paradigmas e adota um modelo mais horizontal de gestão. Desde então, a cultura organizacional foi se moldando até os parâmetros atuais.

Hoje em dia, todos os colaboradores conhecem e vivem cotidianamente os valores da empresa — e sem a necessidade de tê-los estampados nas paredes dos escritórios. Sendo assim, estão enraizados e fazem parte do que a empresa é.

Como vimos, uma cultura organizacional bem implementada pode fazer toda a diferença no crescimento de uma empresa. Portanto, é importante cuidar desse assunto e lembrar que não basta oferecer “mimos”, é preciso ter uma abordagem completa e diferenciada.

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