Opções de recebimento para marketplace

Na nova economia digital, é cada vez mais comum observar o surgimento de modelos de negócios que sejam escaláveis, ou seja, capazes de aumentar sua receita sem aumentar seus custos diretos.

A base para que isso aconteça é a redução dos custos fixos existentes em modelos tradicionais de negócio. É nesse momento que vemos surgir operações de intermediação de negócios como marketplaces, crowdsourcings, redes de afiliados, entre outros modelos.

Em suma, a estrutura desses negócios é composta por fornecedores externos – sejam outras empresas ou profissionais autônomos – e pelo acúmulo da demanda em uma única plataforma para entrega do serviço ou encomenda do produto.

No caso de uma rede de afiliados, uma parte da força de vendas é que está fora dos centros de custo da empresa, apresentando a mesma característica de remuneração variável dos outros modelos anteriores.

O objetivo deste artigo é auxiliar qualquer empresa com características similares a essas, para que possa refletir e planejar seu modelo ideal de recebimento de pagamentos, considerando questões tributárias, de negócio e tecnológicas.

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Modelos de fluxo de pagamento para marketplace

A princípio, existem dois modelos para analisarmos um fluxo de pagamento: o de recebimento pela conta mestre ou o de recebimento pelas subcontas. Aqui na iugu, chamamos de mestre a conta do operador da plataforma de marketplace ou intermediador, e de subcontas a dos fornecedores ou prestadores de serviços.

Transação na conta mestre

Após o pedido ou compra do cliente, é a conta mestre iugu que faz o faturamento e o recebimento do saldo, que pode ser inclusive antecipado em caso de compras parceladas.

De acordo com as regras de negócio de cada marketplace, o valor destinado aos fornecedores é enviado para as suas respectivas subcontas iugu. Assim, os saques para suas contas bancárias ficam disponíveis, quando solicitados ou automaticamente, dependendo de sua configuração.

A receita entra, então, toda na conta mestre. Depois que os recursos são destinados aos fornecedores, sobra apenas a parcela correspondente à intermediação do marketplace.

Você deve estar se perguntando como fica a questão tributária, se existe o risco de ser bitributado e como fica a emissão de nota fiscal. É altamente recomendado que esses pontos sejam discutidos com o seu contador, pois existem diversas maneiras de lidar com eles.

Recomendação do modelo

Esse modelo apresenta vantagens como:

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  • As subcontas não conhecem as tarifas, já que são taxadas na conta que emite as faturas (conta mestre);
  • Implementação técnica mais fácil e pode ser feita por etapas;
  • Possibilidade de antecipação de recebíveis na conta mestre, oferecendo uma taxa própria (com margem em cima da taxa iugu) às subcontas.

Recomendamos esse modelo de recebimento para negócios que queiram blindar as suas subcontas das tarifas e outros custos de serviços financeiros, afim de criarem margem de contribuição também em cima das operações financeiras de seus clientes.

Também é ideal para casos de integração mais flexível com suas plataformas, afim de comportar regras de negócio mais específicas. Confira o nosso fluxo detalhado de transações na conta mestre.

Fluxo de recebimento e pagamento para marketplaces 1

OBSERVAÇÕES IMPORTANTES

  • A demonstração leva em conta a taxa de 2,51% da iugu em transações à vista no cartão de crédito.
  • Todos os detalhes são só sugestões que seguem as práticas mais adotadas.
  • Qualquer tipo de configuração de fluxo diferente dos apresentados também é possível no momento da integração.

Transação nas subcontas

Também com início no pedido por parte do cliente, agora é a subconta que gera a fatura. Assim que o pagamento é realizado, vem a parte do split payment, ou divisão dos recursos.

A tarifa da iugu é aplicada na conta que emitiu a fatura e, depois disso, o percentual de comissão ou taxa fixa pela intermediação é enviado para a conta mestre. Com o saldo disponível, a subconta pode solicitar o saque para a conta bancária ou receber o valor automaticamente.

Mais uma vez, recomendamos que a parte fiscal desse modelo seja discutida com o seu contador.

Recomendação do modelo

Nesse segundo modelo, o vínculo com os fornecedores é menor, assim como a complexidade e o risco fiscal. Porém os fornecedores tem ciência de quanto pagam ao intermediador e à iugu.

Recomendamos esse modelo para casos em que não existam planos de intermediar serviços financeiros ou blindar os fornecedores, e que buscam uma operação mais simples e direta entre as partes.

A autonomia da sua rede de fornecedores é maior, pois são eles que decidem sobre seus saques, antecipações e modos de recebimento em uma interface de gestão dentro do seu marketplace, tudo integrado diretamente com a iugu.

Confira abaixo o nosso fluxo detalhado de transações nas subcontas.

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