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Quer saber como funciona o boleto registrado, conhecer suas vantagens e as novas regras? Pois saiba que está no lugar certo! Nesse artigo, explicaremos todas essas questões. Afinal, esse assunto está voga desde que a mudança nas regras do sistema de boletos de pagamento foi anunciada pela Febraban em 2015.  

Com essa medida, uma nova plataforma de cobrança foi criada para modernizar o sistema e, assim, garantir mais agilidade e segurança nas transações. Quer entender melhor o assunto e saber como funciona o boleto registrado? É só continuar lendo!

O que é o boleto registrado?

Antes de saber como funciona o boleto registrado, é preciso entender o que ele representa, não é mesmo? Vamos lá!

O boleto registrado nada mais é do que documento para pagamento com dados firmados junto ao banco. Para emiti-lo, é preciso indicar as informações dos envolvidos na transação. Ou seja, o CPF ou CNPJ do pagador e do emissor, o endereço e o valor. 

Todas essas informações são registradas no próprio boleto e também são salvas no sistema da instituição financeira. Dessa forma, tanto a empresa como o consumidor têm mais segurança. 

A diferença entre o boleto registrado e simples é que o primeiro é lavrado na instituição bancária, enquanto o segundo não conta com nenhum tipo de identificação, o que impossibilita o seu rastreamento.

Antes da entrada em vigor dessas regras, os boletos eram emitidos sem registro. Com isso, o banco não tinha o controle dos documentos gerados, prejudicando a identificação, a segurança das transações e a rastreabilidade dos documentos.

Como funciona o boleto registrado?

O processo de boleto registrado acontece da seguinte maneira:

  1. com o boleto registrado o arquivo criado gera uma requisição;
  2. ela é enviada ao banco;
  3. o registro do título no sistema é realizado;
  4. o pagador informa os dados;
  5. é feita a solicitação do boleto;
  6. ele é disponibilizado quase instantaneamente. 

É importante destacar que a instituição bancária cobra uma taxa para a emissão do boleto. Antes, a taxa só era cobrada caso o boleto fosse pago. Com as novas regras, a cobrança foi atrelada à emissão e não mais ao pagamento.

Além disso, depois da geração do documento, caso seja necessário realizar alguma alteração — como na data do vencimento —, o interessado deve entrar em contato com o banco responsável pela emissão. Assim, ele pode verificar como será feita a alteração, já que as regras variam de um banco para o outro.

Quer mais detalhes sobre como funciona o boleto registrado? É só continuar lendo!

Como funciona o boleto registrado: conheça o processo

O funcionamento do boleto registrado acontece dessa maneira:

  1. a emissão é realizada;
  2. os dados de identificação são informados;
  3. as informações são processadas;
  4. o banco as armazena.

Após a emissão, o boleto deve ser pago pelo consumidor, sendo que, durante o processamento do pagamento, todas as informações relativas à transação já estarão devidamente registradas na instituição bancária.

Entendeu como funciona o boleto registrado? É simples, não é mesmo?

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É importante informar que em caso de inadimplência, o boleto pode ser protestado em cartório. No entanto, é preciso ficar atento, pois esse protesto não acontece de forma automática. Em outras palavras, ele só pode ser realizado se o interessado encaminhar a solicitação para o cartório de registro de protestos da sua cidade.

Quais são as novas regras?

Como dito no início do post, uma mudança nas regras de boletos de pagamentos foi anunciada pela Febraban em 2015.  Junto com a rede bancária, a federação desenvolveu uma nova plataforma de cobrança para modernizar o sistema atual.

Entre os principais fatores que motivaram essa medida, as fraudes de boletos se enquadraram entre as mais relevantes. De acordo com a Febraban, só em 2016, o prejuízo relacionado a crimes envolvendo boletos bancários foi de R$ 383 milhões, um aumento de 2,5% em relação ao ano anterior.

No chamado "golpe do boleto", por exemplo, criminosos se aproveitavam da desatenção dos consumidores e alteram a linha digitável do documento. Assim, desviavam os valores pagos para contas fraudulentas por meio um vírus ou invadindo uma loja online.

O sistema de boletos facilitava essa ação, pois os bancos só sabiam da emissão de uma cobrança quando ela era compensada. Então, as novas regras surgiram para mudar isso. Portanto, todo boleto emitido deve ser registrado num banco, assim como qualquer alteração nos dados da cobrança. 

O banco, por sua vez, tem a responsabilidade de subir e atualizar as informações dos boletos registrados numa base centralizadora, na qual participam todos os emissores e recebedores de boletos.

Então, quando um consumidor paga um boleto registrado por um meio eletrônico, a operação só é validada se os dados constarem na base centralizadora. Caso contrário, o pagamento é recusado e o cliente tem que realizá-lo na instituição bancária que emitiu a cobrança.

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Vantagens do boleto registrado 

Com as informações exigidas pelo Bacen durante a emissão de boletos registrados e a verificação desses dados na base centralizadora, a nova plataforma conta com as seguintes vantagens:

  • dá às cobranças uma dupla proteção contra fraudes;
  • reduz problemas causados por inconsistência de informações;
  • impede o pagamento de boletos em duplicidade;
  • permite o pagamento das cobranças em qualquer banco;
  • acaba com a necessidade da 2ª via de boletos, que só precisam ter sua data de vencimento atualizada para se estenderem por mais alguns dias.

Além disso, como os boletos registrados são vinculados ao CPF ou CNPJ do pagador, as empresas são capazes de protestá-los. Ou seja, elas podem exigir, no cartório, o pagamento de uma cobrança caso tenham prestado o serviço e o cliente não tenha pagado por ele.

Alguns empreendedores e donos de negócios enxergam com maus olhos a obrigação do registro de boletos, por trazer mais burocracia e possivelmente mais custos. Afinal, as empresas não podem emitir boletos, atualizar seus dados ou cancelá-los sem que as operações sejam autenticadas pelos bancos. Isso adiciona etapas no processo e permite que as instituições bancárias cobrem também por outras operações. 

A boa notícia é que você pode evitar custos extras e não se preocupar com o registro dos boletos em cada operação realizada caso utilize um intermediador de pagamentos. A Iugu, por exemplo, migrou a carteira de todos os usuários para a modalidade registrada e continua cobrando apenas pela compensação dos boletos.

Vantagens do boleto registrado na Iugu

Com a Iugu, esse processo é online, de forma fácil, segura e com o menor preço do mercado. As vantagens do boleto registrado na Iugu são:

  • boleto com custo zero para emissão, baixa ou cancelamento;
  • tarifa do boleto cobrada apenas se o boleto for pago;
  • boleto com custo fixo, independente do volume gerado.

Quer entender melhor o processo? Então, clique aqui e converse com um de nossos especialistas! Nesse artigo, você ficou sabendo como funciona o boleto registrado, conheceu suas vantagens e as novas regras. Gostou desse conteúdo? Então, o compartilhe em suas redes sociais! 

 

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